quinta-feira, 28 de maio de 2009

DESAFIOU GERAL! VAI FAZER O QUÊ?

Todos do Colégio Padre Franca pedem se sentir desafiados.Para quê?
Para mostrar algum talento, alguma habilidade em alguma área. Sim, há oportunidade para todos os tipos.Exemplo? Cantar. Ou fazer avião de papel que vôe mais de 10 segundos. Ou, ainda, acertar sete arremessos à cesta de basquete, dentre dez tentativas.Que mais? Quem sabe colocaríamos uma atividade instrumental, tipo: tocar guitarra ou violão. Sem falar na possibilidade de alguém tornar público o poema predileto da sua própria autoria. Um monte de coisas interessantes poderão acontecer aqui, em final de agosto e início de setembro. Mas, para isso, teremos que organizar um bonito e grande evento. Já temos a idéia e formato aproximado.Seria, a priori, uma semana de jogos gerais, desde futebol a corrida de sacos, de concurso de culinária a torneio de xadrez. A espinha dorsal deste evento seria uma competição entre 2 ou 4 grandes equipes, cada uma representada por uma cor. Todos os alunos e professores teriam que pertencer a uma equipe. Os pontos seriam somados conforme as conquistas nas modalidades.Haveria uma premiação para a equipe que mais pontuou na classificação geral. Este prêmio, seu valor, iria depender dos recursos extras da Escola ou de patrocínio.
Está aí lançado o desafio. É preciso, desde já, começarem os preparativos.
Alunos ! Decidam o que vão apresentar, porque o ensaio e o treinamento são imprescindíveis.Para informações, procurar professores Cynara, Juliana, Paula e Abraim.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Como cuidar da sua calopsita

A calopsita e uma ave muito amiga, companheira e que gosta de carinho. Nativa Austrália onde também vivem os periquitos australianos sua alimentação e composta por painço e sementes em geral das mais variadas cores pode ser encontrada em lojas de pássaros e possuem a capacidade de falar.
Mutações genéticas
com o passar do tempo ocorreram mutações nas calopsitas {mudanças que podem acontecer com qualquer ser vivo] e ai surgiram as mais variadas cores como o lutino; o arlequim;e o pérola.
Caracteres comuns
possuem penas eréteis; sobre a cabeça o que lhe da lindo efeito apesar de parecer com a cacatua [outro pstacideo] as duas são muito diferentes
Reprodução
as calopsitas;fazem uma postura de cinco ovos[ em media] aconselha-se colocar no viveiro uma caixa de madeira ; para que a fêmea possa chocar
Designação científica
as calopsitas; pertencem a família psttaciddae e a família das cacatuas; originarias da Austrália; quando foram trazidas da América; fizeram muito sucesso.
Autor: Luan Felipe Andrade (turma 802)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Jogos da APREFEP de Basquetebol

Serão dois dias de competições, em local a ser definido, em 24 e 25 de junho. O Padre Franca deve inscrever duas equipes masculinas e uma feminina. Serão convocados os alunos que preencherem os seguintes requisitos: ter habilidade mínima para este esporte, ter compromisso e responsabilidade para não faltar e ter notas médias acima de cinco em todas as matérias. Aguardem!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

BELIEVE IT OR NOT


One mistake I noticed across the board was the use of “believe in”, “acreditar em”. I would often find my students making comments like, “I was late for work because the traffic was terrible, but I don’t think my boss believed in me.”; or if he or she said something that surprised me the response to my surprise was, “You don’t believe in me?!”

At first I didn’t get it. I thought to myself, “Wow, there are a lot of undervalued people in this country!” However, the more often I heard this mistake, the more I realized that in colloquial Portuguese “acreditar em” a maioria das vezes simply means to believe.

A little confused? See, in English “to believe something/someone” and “to believe in something/someone” have different meanings. For example, if your teenage daughter comes home at 3 a.m. smelling of alcohol and tells you she was at a friend’s house “just watching movies”, you would say, “I don’t believe you!” However, if you were to tell her, “I don’t believe in you”, well, you’d be considered a pretty lousy parent; for if there is one thing a parent should never do, it is to stop believing in their children.

When you “believe someone” it means you accept that what this person is saying is true. In the above situation, your daughter is not telling the truth, so you don’t believe her. When you “believe in someone” it means you accept the existence of or recognize the value of that person. So, if you don’t believe in your daughter, or son, or whomever, then you simply don’t recognize that this person exists. He or she means nothing to you, holds no value for you.

When a father tells his son that Santa Claus will arrive on Christmas Eve to leave tons of presents under the tree, if the son no longer believes in Santa then he will not believe his father.

If a friend confesses to you one day that she has seen a ghost, and you tell her that you too have seen one, then you believe her; and therefore the two of you can say you believe in ghosts.

Have I clarified the difference for you? I hope so! Now, can anyone else think of examples of how to use these terms correctly?

Equipe de Língua Inglesa do Colégio Padre Franca

quarta-feira, 13 de maio de 2009

quinta-feira, 7 de maio de 2009

PROBLEMAS AMOROSOS


Acabei de ler, num livro muito antigo, as páginas comidas pela ação inexorável do Tempo, que um jovem chamado Pitágoras, ao se apaixonar, sem medidas, por Teorema, moça de beleza incalculável, disse, ao seu ouvido, com voz de mel característica dos românticos, que, em todo triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual a soma dos quadrados das medidas dos catetos. A partir daí, de tão apaixonada, Teorema passou a ser, definitivamente, de Pitágoras...

1. No final da tarde, minha saudade de você mede o dobro da distância entre o Sol e a Terra. Se adicionar 10 à soma destas medidas, obtenho um homem apaixonado. Qual a distância entre o Sol e a Terra?

2. Nossas idades não são iguais. Tenho, hoje, a idade de um poema escrito no século XIV e, você, a metade disso mais os dias de um buquê de rosas. Quais são nossas idades?

3. Ao triplo do meu batimento cardíaco, adicionei trezentos sonhos que tive com você e dividi por dois o resultado. Qual era o batimento cardíaco inicial?

4. A distância entre minha casa e a sua, em lágrimas, é tal que, se adicionar 100 a ela e multiplicar por 3, obtenho uma chuva doce. Qual a distância entre nós?

5. Pensei em um número e somei a ele o amor que sinto por você. Depois, dupliquei o resultado e obtive o infinito. Em que número pensei?

6. Qual é a área de um coração que, ao menor sinal de sua presença, bate alucinadamente até se expandir 38 vezes o seu tamanho original?

7. Se começar a escrever um poema épico sobre sua beleza ancestral, ao fim de cinco meses terei feito apenas 1/8 do trabalho a ser realizado. Quanto tempo levarei para completar a tarefa?

8. Chama-se razão de um número racional por outro (diferente de zero) o quociente exato do primeiro pelo segundo. Entende-se, desta forma, as razões inversas e as razões iguais. Só não se entende a razão pela qual eu, sem você, ser um inteiro relativo, sem valor absoluto. Determinar esta razão.

9. Determinar as medidas da base e da altura de um coração cuja a área é de 94,40m, sendo que a altura é igual a medida de seus braços abertos diante do mar, no equinócio de primavera, mais oito quintos da base.

10. Consideramos o plano como a totalidade de seus pontos. Seja um plano X e consideremos nele dois eixos, eu e você, causadores de uma doce correspondência biunívoca. A razão de uma secção entre estes eixos, referidos a um sistema cartesiano, representaria uma tragédia. Como se calcula esta tristeza?

11.Trabalhando juntos, eu e meu amigo demoramos 3 dias para completar certa tarefa. Entretanto, se meu amigo trabalhar sozinho enquanto eu fico distraído pensando em você, ele demorará 2/4 de um solstício e meio menos que eu. Determinar o tempo que levo pensando em você.

12. Determinar três números inteiros positivos e consecutivos, tais que o quadrado do menor seja igual a diferença que não existe entre mim e você.

13. O volume de dois cubos estão entre si assim como eu estou para você. Calcular o volume de cada cubo, sabendo-se que a soma destes volumes é superior ao mar, ao céu, ao sol, à lua, à soma de todas as horas com você...

14. Em meia hora, sou capaz de te dar 3478 beijos. Quantos beijos te darei em 11/22 deste mesmo tempo?

15. Dividi os números pares de beijos que ainda tenho para te dar por todos os mais belos crepúsculos já ocorridos em dias ímpares. Multipliquei por 128. A esse resultado, somei você comigo. Deu par.



Equipe de Língua Portuguesa (e Matemática) do Colégio Estadual Padre Franca

segunda-feira, 4 de maio de 2009

ANY


Usos da palavra Any

Olá Pessoal, hoje vamos aprender como se usa o termo ANY, que é muito útil e às vezes confunde quem está começando. Vejam:

1. Any: “Qualquer” em frases afirmativas:Exemplos:
A) You can take any cellphone you like. (Você pode levar qualquer celular que quiser.)
B) Any size will do. (Qualquer tamanho serve.)
C) It´s an illness like any other. (É uma doença como qualquer outra.)
D) Any teacher knows about that. (Qualquer professor sabe disso.)

2. Any: “Algum(a)” em frases interrogativas:Exemplos:
A) Are there any questions? (Há alguma dúvida?)
B) Have you got any information? (Você tem alguma informação?)
C) Does she know any shortcuts? (Ela conhece algum atalho?)

3. Any: “Nenhum” em frases negativas:Exemplos:
A) I didn´t drink any soda. (Eu não bebi nenhum refrigerante.)
B) She isn´t going to spend any money. (Ela não vai gastar nenhum dinheiro.)
C) There aren´t any mistakes. (Não há nenhum erro.)

4. Not just any: Não ser qualquer um. (expressão idiomática)Exemplo:
He´s not just any doctor,he´s the best in town. (Ele não é qualquer médico,ele é o melhor da cidade.)

5. Any time: usado em resposta a um agradecimentoExemplo:
John: Thank you for helping me.
Mary: Any time


Autores: Equipe de Ensino de Língua Estrangeira do Colégio Padre Franca